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10 RAZES POR QUE SOMOS CONTRA O ABORTO

Dr. Jorge Cruz

1. O ABORTO CONTRA A VIDA

A Declarao Universal dos Direitos do Homem afirma que todo o indivduo tem direito vida (artigo 3.). Tambm a Constituio da Repblica Portuguesa declara que a vida humana inviolvel (artigo 24.).

De acordo com a cincia, a vida humana tem incio com a fecundao, resultante da unio de um espermatozide masculino com um vulo feminino. Cada uma das clulas sexuais transporta metade da informao gentica do progenitor, de modo que a clula resultante da fertilizao, denominada ovo ou zigoto, recebe toda a informao gentica necessria para orientar o desenvolvimento do novo ser humano.

O aborto provocado, independentemente do momento em que realizado, acarreta sempre a destruio de uma vida humana, a quem negada a continuao do seu desenvolvimento, impedindo-se o seu nascimento e a expresso do seu potencial como criana e adulto.

Assim, qualquer referendo ou decreto-lei que legitime a morte de um ser humano indefeso, designadamente a despenalizao do aborto, sem qualquer indicao mdica que o justifique, um atentado claro contra a vida humana, e viola a prpria constituio portuguesa e os direitos fundamentais do ser humano, expressos na Declarao Universal dos Direitos Humanos.

2. O ABORTO CONTRA A MULHER

Sejam quais forem os motivos que a originam, alguns permitidos por lei, qualquer interrupo da gravidez uma agresso para a sade fsica, mental e emocional da mulher. Sabe-se actualmente que qualquer mulher que aborta voluntariamente, mesmo nas melhores condies de assistncia mdica, tem um risco acrescido de leses do aparelho genital, infertilidade, abortamentos espontneos posteriores, prematuridade em gravidezes ulteriores, entre outros. Mais difceis de quantificar, mas no menos importantes, so as consequncias ao nvel da sade mental, nomeadamente depresso, sentimentos de culpa, sentimentos de perda, abuso de substncias txicas e mesmo suicdio. O Colgio da Especialidade de Psiquiatria do Reino Unido (Royal College of Psychiatrists) chamou a ateno, j em 1992, para uma das consequncias da liberalizao do aborto nesse pas: Ainda que a maioria dos abortos seja realizada com base no risco para a sade mental da mulher, no h justificao de natureza psiquitrica para o aborto. [Pelo contrrio], coloca as mulheres em risco de sofrerem perturbaes psiquitricas, sem resolver qualquer problema dessa natureza j existente.

Por outro lado, a despenalizao total do aborto, ainda que nas dez primeiras semanas de gravidez, em vez de valorizar a vontade da me da criana pode exp-la a presses por parte de familiares, do pai da criana, da entidade patronal ou mesmo de profissionais de sade (p.e. por um alegado risco de malformaes no feto, que muitas vezes no se verifica), no sentido de interromper a gravidez, mesmo contra a sua vontade. Quanto mais permissiva for a lei, maior a probabilidade destas situaes ocorrerem.

3. O ABORTO CONTRA O HOMEM

O aborto no pode reduzir-se a um acto que apenas envolve a mulher que o pratica. H pelo menos mais dois elementos fundamentais em todo o processo: o pai da criana e obviamente o nascituro.

Ao valorizar-se a vontade da mulher de prosseguir ou no com a gravidez, remete-se para segundo plano ou ignora-se por completo a vontade do homem, co-responsvel pela concepo e paternidade. Desse modo, desvaloriza-se a sua participao no processo procriativo. Ainda que muitas vezes o elemento masculino do casal no assuma a sua responsabilidade na famlia, atravs da despenalizao e promoo do aborto livre, descartam-se completamente os deveres do pai da criana.

Sabe-se tambm, actualmente, que os homens podem sofrer de depresso ps-aborto, especialmente quando tal acto realizado sem o seu conhecimento e autorizao.

4. O ABORTO CONTRA A CRIANA

J no clebre Juramento Hipocrtico (IV a. C.), ao qual os mdicos tm procurado obedecer ao longo dos sculos, expressamente referido: no fornecerei s mulheres meios de impedir a concepo ou o desenvolvimento da criana. Condenamos assim, veementemente, a tese de que as mulheres tm direito ao seu corpo, na medida em que esse suposto direito colide com princpios que consideramos absolutos, como o direito vida do nascituro, que apresenta identidade gentica prpria, distinta dos progenitores.

Nos pases que despenalizaram o aborto, os seres humanos correm maior risco de terem uma morte violenta nos primeiros nove meses da sua existncia do que em qualquer outro perodo da sua vida. O tero materno, que deveria ser o lugar supremo de proteco da vida humana tornou-se assim tragicamente, nas ltimas dcadas, num dos locais mais perigosos. Alm disso, sabe-se que muitas crianas, quando descobrem que a sua me fez um aborto, numa outra gravidez, desenvolvem perturbaes mentais que podem requerer apoio psicolgico ou psiquitrico.

5. O ABORTO CONTRA A FAMLIA

Os filhos so uma parte integrante e significativa de cada famlia, considerada um dos pilares fundamentais das sociedades civilizadas. A nfase dada autonomia da mulher sobre a sua gravidez prejudica o relacionamento conjugal e familiar. Alis, sabe-se que mais de 80% dos abortos provocados resultam de relaes sexuais extra-conjugais.

Sabe-se tambm que uma percentagem significativa de gravidezes no planeadas e mesmo no desejadas, se no forem interrompidas, levam invariavelmente ao nascimento de crianas que acabam por ser extremamente apreciadas e amadas pelos seus pais.

Por outro lado, ao impedir-se o nascimento de crianas atravs do aborto est-se a contribuir para o grave problema demogrfico resultante da diminuio acentuada da taxa de natalidade, em muitos pases ocidentais. O mesmo se verifica actualmente em Portugal, o que acarretar consequncias nefastas a nvel econmico e social.

6. O ABORTO CONTRA A CONSCINCIA

um facto incontestvel que ao longo da histria da humanidade, por influncia do cristianismo, o aborto era considerado um crime, passvel de punio. Contudo, nas ltimas dcadas, tem-se assistido a uma tendncia no sentido da desvalorizao da vida humana.

A nvel individual, indiscutvel a sensao de culpa que a realizao de um aborto acarreta, tanto mulher que a ele recorre como pessoa que o pratica. Tal facto deve-se conscincia que cada ser humano possui, e que o ajuda na tomada de decises morais. Como afirma um provrbio francs, no h travesseiro mais macio do que uma conscincia limpa.

7. O ABORTO CONTRA A DIGNIDADE HUMANA

A tradio moral judaico-crist sempre se preocupou com a defesa dos mais fracos e vulnerveis, como o caso das crianas, dos rfos, dos idosos e das vivas. O aborto nunca uma soluo dignificante, nem para quem o pratica, nem para a mulher que a ele se submete, e muito menos para a criana inocente.

Concordamos com o relatrio-parecer sobre a experimentao no embrio, do Conselho Nacional de tica para as Cincias da Vida (1996) que afirma que a vida humana merece respeito, qualquer que seja o seu estdio ou fase, devido sua dignidade essencial.

tambm um facto indiscutvel que o nmero de abortos aumentou, por vezes exponencialmente, em todos os pases que despenalizaram a sua prtica.

8. O ABORTO CONTRA O DIREITO DIFERENA

Em muitos pases ocidentais, a liberalizao do abortamento provocado tem impedido o nascimento de crianas com anomalias cromossmicas, das quais a trissomia 21 (sndrome de Down) a mais frequente, bem como com malformaes congnitas perfeitamente compatveis com a vida, e muitas delas com correco cirrgica ps-natal, como o caso do lbio leporino ou do p boto. Situaes mais graves e complexas, como certas malformaes cardacas, podem tambm ser tratadas cirurgicamente, por vezes mesmo antes do nascimento.

O abortamento destas crianas contribui para uma desvalorizao e discriminao de pessoas com deficincias sensorias, motoras e/ou cognitivas, que vivem vidas adaptadas e felizes, apesar das limitaes.

9. O ABORTO CONTRA A TICA

O aborto, o infanticdio, o suicdio e mesmo a eutansia eram relativamente comuns e socialmente aceites no mundo antigo greco-romano. O abortamento provocado ocasionava, geralmente, a morte da me. No sculo IV a.C. Hipcrates de Cs, com o seu Juramento, impe uma ruptura com a cultura da morte que prevalecia nessa poca. Mais tarde, aps a humanizao do Direito, por influncia do Cristianismo, o aborto passou a ser considerado um crime no mundo ocidental. Deste modo, a norma tica, ao longo dos sculos, tem sido a defesa da vida humana desde a concepo. O aborto induzido , assim, contra a tica, pois colide com o princpio fundamental da inviolabilidade da vida humana.

Nos rarssimos casos-limite em que a continuao da gravidez pe em risco a vida da me, o aborto poder ser a nica forma de salvar a sua vida, o que a actual lei j prev.

10. O ABORTO CONTRA DEUS

Para alm de todas as razes atrs mencionadas, consideramos que o aborto uma clara violao da vontade de Deus, revelada nas Escrituras Sagradas. O quinto mandamento declara precisamente: no matars (xodo 20:13).

Encontramos na Bblia a revelao inequvoca de que Deus valoriza a vida humana desde a concepo e que est envolvido no processo procriativo, como p.e. no texto seguinte, da autoria do rei David (Salmo 139: 13-16):

Foste tu que formaste todo o meu ser; formaste-me no ventre de minha me () Conheces intimamente o meu ser. Quando os meus ossos estavam a ser formados, sem que ningum o pudesse ver; quando eu me desenvolvia em segredo, nada disso te escapava. Tu viste-me antes de eu estar formado. Tudo isso estava escrito no teu livro; tinhas assinalado todos os dias da minha vida, antes de qualquer deles existir.

Dr. Jorge Cruz

Mdico

 
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